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27 septembre

Um pouco mais de paciência...

"Paciência" João Pedro Pais & Mafalda Veiga
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 

E quando o tempo acelera e pede pressa 
Eu recuso, faço hora e vou na valsa, 

A vida é tão rara... 

Enquanto todo mundo espera a cura do mal, 
E a loucura finge que isso tudo é normal, 
Eu finjo ter paciência... 

O mundo vai girando cada vez mais veloz, 
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós 
Um pouco mais de paciência... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 
A vida não pára não... 

Será que é tempo que me falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

A vida é tão rara.

 
«A vida não pára...»
«Eu finjo ter paciência...» 
«A gente espera do mundo e o mundo espera de nós...»
«Um pouco mais de paciência...»
 «Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma..»
 «Será que é tempo que me falta p'ra perceber?»
«Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma...»
«Será que temos esse tempo p'ra perder?»
«Eu sei, a vida não pára...»
 
 
25 septembre

Deixa-me olhar...

 
hum... musica linda, que um dia já me fez tanto sentido... :)
 
 
 
Deixa-me olhar - João Pedro Pais
 
Noites sem ti
onde me perco
procuro por mim
na paixão do incerto
e saber que me amas
mas mesmo assim
basta para ti
dizeres que sim
mesmo quando eu vou
gostares de mim
pelo que eu sou

E deixa-me olhar
deixa-me perguntar
se gostas de mim nas noites
que eu passo sem ti

E sempre que eu te vejo
perco-me na luz da noite
e sempre que eu te beijo
fico sem medo do sol

Noites sem ti
onde me perco
procuro por mim
na paixão do incerto
e saber que me amas
mas mesmo assim
basta para ti
dizeres que sim
mesmo quando eu vou
gostares de mim
pelo que eu sou

E deixa-me olhar
deixa-me perguntar
se gostas de mim nas noites
que eu passo sem ti
 
10 septembre

Arrefece - Mesa

 
 
não sei porque é que nada acontece.
é sempre a mesma vida, sempre o mesmo stress.
não sei porque é que sentes a minha falta.
cada dia que passa, um de nós arrefece.

será do meu trabalho da foice e do martelo,
de estar cada vez mais ordinária e impossível.
é a vida que nos toca.
o relógio nunca pára, o síndroma da repetição.

é o fogo que se apaga e o medo da solidão
o problema e da saída não estar aqui a mão.

é a vida que nos foge, ou então é a sensação.
não vale sequer o número de apelar ao coração.
ser mal paga no trabalho, entupida por um sermão.
andar meio à deriva. mal por mal, não ter religião.

passo o tempo a ir embora.
o corpo foi, eu demoro, eu demoro.
eu demoro.
 
9 septembre

ainda há-de haver esperança!

Quando não houver saída,
quando não houver mais solução , ainda há-de haver saída, 
nem uma ideia vale uma vida

Quando não houver esperança,
quando não restar nem ilusão, ainda há-de haver esperança, 
em cada um de nós há algo de uma criança

Enquanto houver sol,
Enquanto houver sol, ainda haverá,
enquanto houver sol, enquanto houver sol

Quando não houver caminho,
mesmo sem amor, sem direcção, a sós ninguém está sozinho,
é caminhando que se faz o caminho

Quando não houver desejo,
quando não restar nem mesmo dor, ainda há-de haver desejo,
em cada um de nós aonde Deus colocou

Enquanto houver sol,
Enquanto houver sol, ainda haverá,
enquanto houver sol, enquanto houver sol

Enquanto houver sol,
Enquanto houver sol, ainda haverá,
enquanto houver sol, enquanto houver sol

Enquanto houver sol,
Enquanto houver sol, ainda haverá,
enquanto houver sol, enquanto houver sol
 Enquanto houver sol - Titãs
 
 
 

 
 
E quando não restar mais nada, eu estarei aqui para ti, sempre! E quando a coragem te faltar, tentarei fazer-te de novo olhares ao espelho, para que vejas a pessoa magnifica que és! «Enquanto houver sol, ainda haverá», sempre haverá! Amu-ti  ;-)
6 septembre

.. tomas conta de mim, de vez enquando?..

   

Às vezes pergunto que mais te hei-de eu fazer,
Tanto orgulho ferido, tanta paz por vencer.
Às vezes detesto o que resta de mim,
Sempre longe do mundo, sempre perto do fim.
Eu só quero que tu saibas quem sou,
Ter a certeza que o meu tempo chegou,
Quero que me digas para partir ou ficar.

Se eu voltar atras
Sera que dizes que sim outra vez,
Tomas conta de mim, de vez em quando,
Se eu voltar.

Ja cantei as palavras, e as pedras do chao,
Pelas ruas estreitas vendi toda a razao.
Ja te disse poemas que nao quis escrever,
Foram gritos apenas que nao soube conter.
Eu só quero que tu saibas quem sou,
Ter a certeza que o meu tempo chegou.
Quero que me digas para partir ou ficar.

Refrao

Eu só quero que tu saibas quem sou,
Ter a certeza que o meu tempo chegou.
Quero que me digas para partir ou ficar.

Refrao

 

Pedro Abrunhosa - Se eu voltar

 

3 septembre

...

 

Volto ao lugar quase todos os dias...

Como eu queria reacender.. como eu queria que isso dependesse de mim..

Não fui sensata, e agora a recordação vai morrer... e eu também(mais uma vez)...

Como eu queria... só mais uma vez...

...


As Regras da Sensatez


Nunca voltes ao lugar
onde já foste feliz
Por muito que o coração diga,
não faças o que ele diz

Nunca mais voltes à casa
onde ardeste de paixão
só encontrarás erva rasa
por entre as lages do chão

Nada do que por lá vires
será como no passado
Não queiras reacender
um lume já apagado

São as regras da sensatez
vais sair a dizer que desta, desta é de vez

Por grande a tentação
que te crie a saudade
Não mates a recordação
que lembra a felicidade

Nunca voltes ao lugar
onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza
que dá na garganta nós

São as regras da sensatez
vais sair a dizer que desta, desta é de vez
só mais uma vez
só mais uma vez
só mais uma vez
só mais uma vez


Carlos Tê